Ar de FilmesA Ar de Filmes é uma empresa dedicada à criação de conteúdos culturais que se destacam pela qualidade e inovação artística. A produtora tem desenvolvido trabalhos, tanto na área do teatro, como do cinema, criando uma contaminação de linguagens.
Esta empresa é apoiada com um subsídio anual do Ministério da Cultura, através do seu organismo Direcção Geral das Artes ,tendo apresentado espectáculos nos teatros mais conceituados do país. A Ar de Filmes conta ainda com parcerias de várias entidades culturais públicas como por exemplo o Mosteiro dos Jerónimos, (IGESPAR) onde têm em cena, em parceria com os seus serviços educativos, o “Auto da Barca do Inferno” de Gil Vicente, há 5 anos consecutivos.
A área de teatro desta produtora conta com o trabalho do criador António Pires e subdivide-se em duas áreas: espectáculos concebidos para um público infanto-juvenil com uma forte componente pedagógica, e espectáculos para um público mais abrangente e com uma linguagem mais experimental.
Neste momento a Ar de Filmes tem dois espectáculos disponíveis para digressão “Say It With Flowers” e “Romancero Gitano”.
http://ardefilmes.no.sapo.pt/
A Artistas Unidos é uma sociedade artística/ companhia de teatro portuguesa, fundada em 1995 e, desde então, dirigida por Jorge Silva Melo. Conta com mais de oitenta trabalhos produzidos, entre espectáculos, filmes, recitais, seminários e encontros ou exposições.
http://www.artistasunidos.pt/
Associação Cultural – Projecto Teatral
Associação Cultural ÚteroÚtero Associação Cultural foi fundada em Maio de 1997. É dirigida pelo fundador, encenador e actor Miguel Moreira. Ao longo dos anos tem apostado num trabalho de pesquisa e experimentação, testando os limites envolventes dentro das artes cénicas. Procuramos elaborar um sistema vivo que vai desde as definições estruturais teóricas, filosóficas, estéticas, históricas até à respiração do actor ou as texturas de um figurino.O teatro que fazemos tem particularidades que não se confundem. No entanto, a pretensão de ser original é apenas isso. As equipas de criação são outra marca distintiva do Útero. Normalmente, no Útero, além dos profissionais do teatro, abrem-se portas a artistas de outras áreas, com outras sensibilidades, que enriquecem inevitavelmente todo o processo de criação.
Cão Solteiro é uma companhia de teatro formada em Lisboa, em 1997, e dirigida pelos actores Paula Sá Nogueira e Marcello Urgeghe e pela figurinista Mariana Sá Nogueira. Colabora regularmente com os encenadores Nuno Carinhas, Rogério de Carvalho e Miguel Loureiro. Cria um teatro de imagem e de situação onde o universo cénico e o conflito criado prevalecem sobre o contar de uma história. Trabalha preferencialmente em espaços não convencionais, apropriando a arquitectura do lugar como parte integrante da cenografia e do próprio espectáculo.
Primeira estrutura de produção teatral independente criada em Portugal em 1987 pelo actor e produtor cultural Miguel Abreu, a Cassefaz assume-se como uma plataforma de apoio ao trabalho de diversos artistas de teatro e de dança.
Nos últimos anos tem trabalhado com os encenadores Ana Tamen, Luís Assis, Eduardo Alves, André Murraças, Richard Foreman, Iñigo Ramirez de Haro, Lee Bruer, Veena Pani Chawla, Polina e Bruce Myers.
Com interesses na formação de profissionais de produção cultural em Portugal, tem editado diversos materiais pedagógicos e, simultaneamente, através do Projecto PIN Cultura, desenvolve um trabalho de formação de públicos para as artes do espectáculo em Portugal.
Miguel Abreu e Ana Tamen, na direcção artística, e Rita Sousa Guerreiro na direcção financeira, assumem a responsabilidade geral da Cassefaz, estrutura subsidiada de forma sustentada pelo Ministério da Cultura/ Direcção Geral das Artes no período 2005-2008.
Fundada em 1987, como consequência do múltiplo trabalho de animação cultural efectuado no meio escolar e associativo do concelho de Sintra, o Chão de Oliva - Centro de Difusão Cultural, continua a desenvolver actividades centradas em três eixos estruturantes: criação, acolhimento e formação, nomeadamente no campo do teatro, da dança das artes performativas e da música. Em 1990, e para responder a inúmeras solicitações, foi criada, a Companhia de Teatro de Sintra, primeiro grupo profissional de teatro a trabalhar em Sintra, e primeiro dos dois grupos profissionais integrados no Chão de Oliva. O outro é o “Fio D´Azeite-Grupo de Marionetas”.
O Grupo de Campolide iniciou a sua actividade, sob a direcção de Joaquim Benite, em 1971, em Lisboa, apresentando nesse ano a peça O avançado centro morreu ao amanhecer, de Agustin Cuzzani, que marcou a estreia do seu director como encenador. Até à actualidade a Companhia de Teatro de Almada já estreou mais de cem produções dos grandes textos da dramaturgia clássica e contemporânea. A Companhia tem realizado várias digressões e tem-se apresentado em diversos festivais de teatro em Espanha, França, Polónia e Angola.
A ESCOLA de MULHERES -OFICINA DE TEATRO foi criada em Março de 1995 em Lisboa por um conjunto de mulheres de gerações diferentes e experiências diversas e reconhecidas mas com o sentimento comum do papel de subalternidade a que a mulher tem sido reduzida no Teatro português, quer na condução dos processos criativos, na política de repertórios ou no relacionamento com os poderes instituídos, bem como, de um modo geral, nas tarefas que envolvam poder de decisão. com o objectivo de dar voz às mulheres no teatro através de textos de autoras nacionais e estrangeiras, de temas femininos e da abordagem de outros grandes temas universais numa perspectiva feminina. A direcção artística é de Fernanda Lapa.
Filipe Crawford - Produções Teatrais é uma empresa em nome individual criada em 1995 que se dedica à produção de espectáculos de Teatro e à realização de acções de formação de actores e técnicos de Teatro. Em 1987, Filipe Crawford dirigiu dois cursos de Técnica da Máscara na Fundação Calouste Gulbenkian, que viriam a resultar na formação da Meia Preta - Produções Teatrais, uma Cooperativa do Sector Cultural. A Meia Preta, sob a direcção de Filipe Crawford, funcionou durante cinco anos, entre 1987 e 1993. Em 1995 é criada a empresa Filipe Crawford -Produções Teatrais para poder continuar a gerir o património artístico herdado da Meia Preta, entretanto extinta por falta de apoios estatais. A continuação do trabalho de Máscaras e a ligação do ensino teatral com a pesquisa de um teatro Tradicional e Popular fazem parte integrante dos seus objectivos.
Que bom os novos públicos e espaços a abrir em todas as cidades. E nós, e o teatro que fazemos, tal e qual como somos ou queríamos ser. Arte para todos é também saber que todos podem compreender tudo. Romper os circuitos fechados, dar a volta aos mundos com a nossa língua, com os nossos panos, com as nossas histórias. Para velhos e novos e crianças porque o melhor do mundo… Estamos sempre cá. Contem connosco. Contactem-nos. Nós queremos ir. O futuro é todos os dias, mesmo os de folga. A BARRACA iniciou a sua actividade em 1976 com “A Cidade Dourada”. É dirigida por Maria do Céu Guerra e Helder Costa.
Teatro Praga é um grupo de artistas que trabalham sem encenador e que pretendem sublinhar a irrepetibilidade da prática teatral irrepetível. São sempre diferentes, estão em constante metamorfose e sujeitam-se a variações imprevisíveis deles próprios. O grupo encontra a sua diferença e identidade não em perguntas como “O que é que nós fazemos?” ou “O que foi feito antes de nós?”, mas numa vontade e necessidade de se confrontar com as respostas a essas perguntas. Os espectáculos são acontecimentos que, sem porem de lado a sua condição física de teatro (ficção), vão em busca da “responsabilidade máxima do espectador”, ou seja, de encontrar uma comunidade no meio do caos ficcional. Teatro Praga nasceu em 1995 e está sedeado no Hospital Miguel Bombarda, em Lisboa. Colabora regularmente com algumas das mais prestigiadas estruturas culturais em Portugal e tem-se apresentado em festivais e teatros de diversos países europeus (Itália, Reino Unido, Alemanha, França, Hungria, Eslovénia, Estónia e Dinamarca).
Fundado em 1978, o Joana Grupo de Teatro, tem como principais actividades a criação de espectáculos de teatro de rua, de animação de rua, espectáculos infanto-juvenis e projectos artístico pedagógicos em escolas do ensino básico. Os seus espectáculos distinguem-se pelo uso de linguagens universais , e pela abrangência de públicos diversificados. Realiza anualmente um programa de Itinerância a nível nacional, em colaboração com autarquias de diversos pontos do país. Em Lisboa, realiza desde 2004, o Projecto de Animação de Jardins e Espaços Verdes da Cidade de Lisboa, e desde 1999, o Projecto Teatro à Solta - Animação Teatral do Chiado, Bairro Alto e Baixa Lisboeta. A nível internacional, o Joana participou em vários Festivais e realizou diversas digressões, tendo actuado em 22 localidades diferentes, em França, Espanha, Alemanha, Venezuela, Brasil e Tailândia. Em 2008, integrou recentemente a programação cultural portuguesa da Expo de Zaragoza. Tem a sua sede de trabalho, no Edifício Interpress (antigo Diário Popular), no Bairro Alto em Lisboa. Direcção Artística: Ana Mourato e Suzete Bragança.
Criador, encenador e dramaturgo. Membro fundador do grupo Canibalismo Cósmico. Membro fundador da Galeria ZDB e do grupo de teatro OLHO. Organiza o Festival X (evento multi disciplinar), inicialmente como Director Artístico do grupo Olho e actualmente em nome individual. Actualmente lecciona Teatro na ESAD - Escola Superior de Artes e Design, nas Caldas da Rainha.
Mundo PerfeitoO Mundo Perfeito nasceu em 2003 e tem sede na cozinha de um T2 na Amadora. O seu nome traduz a ironia dum olhar crítico sobre o presente e o idealismo dum olhar optimista face ao futuro. É também um nome que faz as pessoas sorrir, seja por que razão for.
Organizado em volta do trabalho artístico de Tiago Rodrigues, que partilha a direcção com Magda Bizarro, o Mundo Perfeito é reconhecido pela qualidade do seu trabalho, por uma actividade intensa e pela permanente tentativa de inovar e de se reinventar. Esta pequena estrutura destaca-se também pelo trabalho com autores e no campo da nova dramaturgia, tal como pelo espírito de colaboração com artistas nacionais e internacionais.
O Mundo Perfeito já apresentou os seus trabalhos em teatros e festivais em vários países como Portugal, França, Reino Unido, Noruega, Suécia, Espanha, Eslovénia, Suíça, Líbano, Brasil, Itália, Bélgica e Holanda.
O Teatro Papa-Léguas, fundado em 1976, sempre situou a sua acção num quadrante, que se tem revelado fecundo mas particularmente polémico no plano social: a Arte e a Educação e as novas relações resultantes da sua comunhão na acção. Em trinta e dois anos, a nossa prática pública, nos Espectáculos que produzimos e na Formação que damos a vivenciar nas Artes do Espectáculo, tem aberto vias de diálogo que se revelam estradas do Futuro. Se fosse necessário sintetizar a nossa forma de estar na vida e a consequente prática artística, diríamos que ela se caracteriza pela Magia de um Murmúrio… Que melhor forma teríamos para disseminar a intervenção social que reconhecemos e perseguimos com o Teatro, essa “bola colorida que pula e avança”? Mário Jorge (encenador e autor, com formação diversa nessas áreas, e também, de nível superior, em Psicologia), é director desde a fundação, sendo coadjuvado por Margarida Borges (actriz pela ESTC e especialização em Teatro / Educação), a qual integra a mesma direcção artística desde 1994.
O grupo Primeiros Sintomas é uma associação cultural que funciona segundo princípios semelhantes a uma companhia de teatro pela recorrência da equipa que constitui a maior parte dos trabalhos e espectáculos realizados. Paralelamente os Primeiros sintomas acolhem, em algumas produções pontuais, criativos que não pertencem à associação numa lógica natural que sirva as particularidades de cada projecto bem como algumas co-produções com outros grupos ou entidades. Os Primeiros Sintomas têm como director artístico Bruno Bravo que é o principal encenador do grupo e como directora de produção Mafalda Gouveia, principal responsável de gestão e produção.
Sensurround é uma Companhia com um espaço próprio, onde vai mantendo uma programação regular. A Companhia aposta numa linha de trabalho vocacionada para a intervenção nos comportamentos contemporâneos, com base numa forte componente de formação e investigação e para a interacção com outras áreas artísticas e do conhecimento.
O Novo Grupo foi fundado em 1982 por profissionais de teatro ligados aos primeiros grupos de teatro independente em Portugal. Foram seus fundadores: João Lourenço, Irene Cruz, Francisco Pestana e Melim Teixeira. Desde o início que o Novo Grupo delineou uma programação vocacionada para a nova dramaturgia, portuguesa e estrangeira. Para promover a dramaturgia portuguesa, o Novo Grupo organiza anualmente, em conjunto com a Sociedade Portuguesa de Autores, o Grande Prémio de Teatro Português. Além destes espectáculos o Novo Grupo / Teatro Aberto tem desenvolvido outras actividades de carácter cultural, co-participado em várias iniciativas de natureza teatral e acolhido vários projectos artísticos. Até à presente data foram atribuídos ao Novo Grupo 66 prémios para interpretação, cenografia, produção e encenação, quer por entidades estatais e municipais, quer por entidades privadas.
A Teatro da Comuna ou Comuna - Teatro de Pesquisa é um teatro localizado em Lisboa, Portugal. Foi aberto a 1 de Maio de 1972 e tem como director artístico João Mota. Também a dramaturgia portuguesa, a par dos grandes textos clássicos e contemporâneos do teatro mundial, foi a preocupação primeira – representaram os grandes clássicos portugueses e deram a conhecer os jovens dramaturgos que o 25 de Abril permitiu crescer. Pela Comuna passaram mais de uma centena de actores, para lá das dezenas que formaram e dos quais alguns hoje são nomes importantes do teatro português.
O Teatro da Cornucópia foi fundado em 1973 por Jorge Silva Melo e Luis Miguel Cintra com uma programação que se centrava no reportório clássico mas que, a partir de 1974 passou a incidir também na dramaturgia contemporânea com a intenção de construir um teatro de reflexão com uma função activa na realidade cultural portuguesa. A direcção artística, desde 1980, é da responsabilidade de Luis Miguel Cintra e Cristina Reis. Tem levado à cena os grandes clássicos de todos os tempos e alguns dos dramaturgos de escrita mais radical do século XX, mas a sua orientação não é a de uma companhia de reportório. Confere grande importância ao trabalho dramatúrgico e reivindica um carácter experimental e uma personalidade artística própria. Desde 1975 que a Companhia tem sede no Teatro do Bairro Alto em Lisboa. Tem acolhido nas suas instalações espectáculos de outros grupos e projectos de jovens criadores.
O Teatro da Garagem, companhia fundada em 1989, dedica o seu trabalho artístico à pesquisa e experimentação, através da investigação de novas formas de escrita para teatro e de novas formas cénicas que a acompanham. A companhia trabalha com um autor e encenador residente, Carlos J. Pessoa, que é também o responsável pela Direcção Artística do Teatro da Garagem, um músico residente, que compõe e interpreta a banda sonora dos espectáculos, um núcleo de actores fixos, uma equipa de produção, um dramaturgista, um responsável técnico, um cenógrafo e figurinista e uma designer gráfica. Para além das criações próprias, a partir de textos originais de Carlos J. Pessoa, e da releitura dos clássicos, a companhia desenvolve um trabalho pedagógico, através do Serviço Educativo, com as escolas e associações da zona onde se encontra situado o teatro.
O Teatro da Rainha, com direcção artística de Fernando Mora Ramos e José Carlos Faria, foi criado em 1985 na sequência da primeira descentralização e como balanço crítico desta. É desde então subvencionado pelo Estado, reconhecido o carácter público do serviço artístico teatral. Pratica o repertório clássico numa perspectiva contemporânea e o teatro contemporâneo numa perspectiva clássica. Tem actualmente em cena 7 produções. Mantém um relacionamento estruturante com grandes projectos culturais como o Teatro Nacional de São João e o CCB. Tendo como zona de actuação privilegiada o Oeste, desenvolve uma vertente de relações internacionais. No domínio da Formação, assumiu a organização de inúmeras acções diversificadas e colabora alargadamente com instituições do Ensino Superior Artístico. Em colaboração com a Câmara Municipal das Caldas da Rainha visa a construção de raiz de um novo edifício teatral de padrão inovador.
O TAS - Teatro de Animação de Setúbal é actualmente dirigido por Célia David (Direcção Artística). O grupo desenvolve a sua actividade profissional desde Dezembro de 1975, data em que foi fundado pelos actores Carlos César, Carlos Daniel, António Assunção e Francisco Costa. Definiu, desde então a sua linha de acção como companhia de descentralização e uma dinâmica de animação socio-cultural. Cria uma média de 3 a 4 produções por ano, na sua maioria textos de expressão portuguesa, clássicos e contemporâneos. Foi atribuído ao TAS o estatuto de Entidade de Utilidade Pública pelo Sr.Primeiro- Ministro, a Medalha de Mérito Cultural pela Câmara Municipal de Setúbal e o título de Membro Honorário da Ordem de Mérito por Sua Exª o Sr Presidente da República em 1999.
O Teatro dos Aloés é o resultado da reunião de um conjunto de profissionais que partilharam uma série de projectos e experiências em comum. Direcção: José Peixoto, Jorge Silva, Elsa Valentim.
Formado em 1995, por actores profissionais, que já tinham passado pelas mais prestigiadas companhias nacionais portuguesas, e vindos de uma recente experiência comum no Teatro da Veredas, o Teatroesfera apresentou de início os seus espectáculos no Real Sport Clube de Massamá levando-os posteriormente a Teatros em Lisboa. Durante 5 anos o Teatroesfera foi apoiado regularmente pela Câmara Municipal de Sintra e pelo Ministério da Cultura em diversos Concursos Pontuais. A relação entre o Teatroesfera e a Câmara Municipal de Sintra foi crescendo, culminando com o apoio desta para a construção de um Teatro, o que se viria a verificar em 2001. Com esta alteração das condições de trabalho o Teatroesfera pode finalmente enveredar pelo caminho que acredita ser o mais correcto: uma estrutura permanente com trabalho contínuo.
Tendo iniciado a sua actividade em 1965, o Teatro Experimental de Cascais (TEC) desenvolveu, ao longo da sua existência, uma actividade múltipla e variada. Interessado na procura e na experimentação, o TEC tem vindo a apresentar uma longa lista de autores, dos clássicos aos contemporâneos, estrangeiros e portugueses, que permitem um trabalho rico e diversificado. Em conjunto com a Companhia residente, sobre a qual a maior parte do trabalho assenta, todos os colaboradores individuais contribuíram para que, ao longo de quarenta e um anos, o projecto inicial do TEC de criação de espectáculos de qualidade que trouxessem público ao teatro e contribuíssem para a vida cultural do concelho e, por consequência, do país, se tornasse uma realidade. O trabalho do TEC foi múltiplas vezes reconhecido com a atribuição de prémios, quer à Companhia, quer a actores individuais.
O Teatro Extremo é uma companhia fundada em 1994 com a direcção artística de Fernando Jorge Lopes Pereira. Os seus objectivos são norteados pela criação, consolidação e amplificação de hábitos de fruição estética e pela formação de novos públicos ao criar espectáculos de referências contemporâneas reflectidos à luz de valores humanistas. Para além das criações artísticas e do desempenho como animadores e formadores, a companhia tem organizado, ininterruptamente desde 1996, o Festival "Sementes - Mostra Internacional de Artes para o Pequeno Público".
O Teatro Meridional é uma Companhia portuguesa vocacionada para a itinerância que procura nas suas montagens um estilo marcado pelo despojamento cénico e pelo protagonismo do trabalho de interpretação do actor, fazendo da construção de cada objecto cénico uma aposta de pesquisa e experimentação. As principais linhas de actuação artística do Teatro Meridional prendem-se com a encenação de textos originais (lançando o desafio a autores para arriscarem a escrita dramaturgica), com a criação de novas dramaturgias baseadas em adaptações de textos não teatrais (com relevo para a ligação ao universo da lusofonia, procurando fazer da língua portuguesa um encontro com a sua própria história), com a encenação e adaptação de textos maiores da dramaturgia mundial, e com a criação de espectáculos onde a palavra não é a principal forma de comunicação cénica. Companhia fundada em 1992, tem como Directores Artísticos Natália Luísa e Miguel Seabra.
Fundado em Outubro de 1974, parte de um projecto dedicado a um público infantil e juvenil, desenvolvendo a ideia de um teatro comunitário que é encontro de gerações. Mais de 60 criações e eventos, a partir de textos de autores portugueses, não escritos para teatro. o bando gosta de espaços não convencionais actuando em comboios, florestas, fachadas de edifícios, lagos ou no interior de construções com memória ou múltiplos significados. Muitas vezes utiliza objectos cénicos invulgares, as “máquinas de cena”, concebidas pelo seu fundador e encenador João Brites. o bando afirma-se num trabalho de pesquisa e experimentação de linguagens teatrais. A contemporaneidade artística do bando emerge pelo respeito da memória colectiva de um povo, apresentando a dimensão etnológica como fonte de inspiração.
Teatro do VestidoO trabalho do Teatro do Vestido é reconhecido pela sua originalidade, bem como pela experimentação e pesquisa envolvida nos seus projectos, e pela reflexão acerca da contemporaneidade, que tem sido considerada muito pertinente pelo seu público, e pela imprensa. Mais recentemente, o Teatro do Vestido tem também sido reconhecido pelos seus projectos pedagógicos, que visam criar actores responsáveis e autónomos, bem como formar novos públicos e suscitar uma reflexão constante acerca da arte e da realidade.
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